O repórter de uma emissora de São Vicente, litoral paulista, preparava uma entrada ao vivo sobre agressões em uma escola estadual quando ocorreu o incidente. Ao ficar no local, observou o clima de tensão das famílias. Em seguida, foi à câmera para falar sobre o caso.
Durante a apuração, o jornalista gravou entrevistas com as mães das vítimas e semelicitou a presença de um vereador e de colaboradores. O material foi encaminhado à produção para a entrada no ao vivo, com duração prevista de uma hora.
No momento de ir ao vivo, o repórter pediu autorização para usar o banheiro na residência onde a equipe estava recebida. O ambiente apresentava iluminação precária e um esforço para manter o ritmo da entrevista.
Ao lavar as mãos, o repórter utilizou água de uma garrafa PET encontrada no vaso sanitário, temendo que fosse água sanitária ou outro produto químico. Não houve cheiro perceptível de cloro ou desinfetante no momento.
Após concluir a fala na transmissão, o jornalista mencionou, de forma direta, que lavou as mãos com água sanitária, sem afirmar se havia realmente utilizado esse produto. Em seguida, as descrições passaram a destacar que as meninas e as mães tentaram manter a sobriedade durante a cobertura.
A situação gerou tensão entre o repórter e as famílias presentes, que riram e tentaram manter a calma. Ainda assim, a equipe seguiu com a transmissão, encerrando a gravação sem novos incidentes.
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