O Spiritbox volta ao Brasil após explorar a cena internacional, três vezes indicado ao Grammy na categoria de melhor performance de metal, sem vencer. A banda canadense atua neste sábado (16) abrindo para o Korn em São Paulo.
A apresentação integra a turnê do segundo álbum, Tsunami Sea, lançado no ano passado, que elevou a visibilidade do grupo entre veículos especializados e público geral. A química entre peso e trechos etéreos tem atraído fãs de metal moderno.
O grupo já mostrou evolução desde a primeira passagem pelo país, há um ano e meio. A crítica internacional recebeu o trabalho com elogios, destacando a produção e as composições que mesclam eletrônica a passagens atmosféricas.
Courtney LaPlante, vocalista, comenta por e-mail sobre as indicações ao Grammy: ser indicado sem legado consolidado é raro, e o reconhecimento entre colegas é bem-vindo, segundo ela. A entrevista enfatiza o momento da banda.
LaPlante explica que a voz alterna guturais com timbres mais suaves, criando um contraste marcante na atuação vocal. A artista também relembra a origem da banda em Vancouver Island, contexto que influenciou a estilo e a estética da obra.
A duração da turnê, a logística da banda e a escolha de repertório devem revelar a identidade sonora do Spiritbox ao vivo. O show em São Paulo conta com o Korn, uma referência no nu-metal, além de Black Pantera e Seven Hours After Violet como atrações locais.
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