O filme Michael, sobre a vida de Michael Jackson, superou US$ 977,4 milhões de bilheteria mundial e tornou-se a maior cinebiografia da história do cinema. Em reais, isso passa de 5 bilhões na conversão atual. A estreia já completou dez fins de semana.
A produção da Lionsgate quebrou o recorde anterior ocupado por Oppenheimer, de Christopher Nolan, que ficou em US$ 975,8 milhões. Michael havia, anteriormente, desbancado Bohemian Rhapsody como a maior cinebiografia musical já feita.
Desempenho internacional e brasileira
O destaque do filme fica fora dos Estados Unidos: US$ 607,2 milhões no mercado internacional, contra US$ 370,2 milhões na América do Norte. No Brasil, a bilheteria foi de US$ 32,2 milhões, a maior para um filme distribuído pela Universal no país.
Em território nacional, o filme segue em cartaz dez semanas após o lançamento, derrubando longas como Jogos Vorazes: Em Chamas e Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 no posto de favoritos da distribuidora. A meta simbólica é chegar a US$ 1 bilhão na soma global.
Elenco, bastidores e expectativa
Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, interpreta o Rei do Pop. O elenco ainda traz Colman Domingo e Nia Long como pais do astro, além de Miles Teller no papel do empresário John Branca. Antoine Fuqua dirige, com roteiro de John Logan.
A produção passou por um impasse que exigiu US$ 50 milhões em refilmagens. O objetivo é manter o andamento da história, desde os tempos de Jackson 5 até o início da carreira solo, com perspectivas de continuação.
Entre na conversa da comunidade