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FPS de fantasia atirar em esqueletos evita travamento do jogo parece incrível

FPS Quest usa mods para manter desempenho estável enquanto o jogo se fragmenta, simulando queda de FPS sem reduzir a taxa de quadros

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
© Farlight Games Industry
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  • FPS Quest é um FPS que foca em mods e cheats para evitar quedas de desempenho que poderiam matar o personagem.
  • O jogo começa como RPG de fantasia com esqueletos e cavaleiros, mas ganha armas modernas através de mods, como pistola, rifle de assalto e shotgun.
  • O uso dessas mods não suportadas faz com que o jogo se quebre, levando o jogador a vencer enquanto tenta evitar um crash fatal.
  • Na loja Steam, o título aparece como roguelike em que o jogador percorre “níveis pré-construídos, recombinados” que ficam mais corrompidos e glitchy conforme avança.
  • FPS Quest não reduz a taxa de quadros de forma real; ele simula jogar com FPS baixo. O jogo ainda não tem data de lançamento.

FPS Quest é um jogo de tiro em primeira pessoa em desenvolvimento que mistura fantasia com mods que afetam o desempenho. A ideia central é que a experiência de jogo depende da estabilidade de frame rate, sob o risco de travamentos que podem “matar” o jogador.

O enredo começa como um RPG com esqueletos e cavaleiros; porém, ao instalar mods não tão fantásticos assim, surgem armas modernas como pistola, rifle de assalto e shotgun. O jogo dentro do jogo passa a se romper, tornando o progresso uma corrida contra quedas.

Segundo a página da loja da Steam, o título funciona como um roguelike em que o jogador executa várias runs por níveis pré-construídos, que se tornam mais corrompidos com o avanço. Manter o jogo funcionando envolve reduzir gráficos e remover geometria com mods.

Uma diferença importante: FPS Quest não opera com framerate reduzido real, mas sim simula jogar com FPS baixo. Esse aspecto evita problemas de enjoo e mantém a experiência estável. O jogo não tem data de lançamento anunciada ainda.

Desenvolvedores destacam que a proposta é explorar glitches e áreas não finalizadas para compor o caos visual. O conceito é notável para fãs de experimentação, que buscam entender como o desempenho afeta a jogabilidade em tempo real.

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