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Pinturas expressionistas aparecem na série da Netflix indicada ao Globo de Ouro

Licenciamento com a Norman Lewis Estate viabiliza réplicas de obras no seriado, fortalecendo o enredo ao revelar a ligação do personagem com o mundo da arte

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Scene from The Beast in Me featuring Norman Lewis's Promenade (1961) Courtesy Netflix
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  • A minissérie da Netflix, The Beast in Me (2025), está indicada a múltiplos Globos de Ouro neste fim de semana e utiliza obras de Norman Lewis como destaque, além de artistas contemporâneos.
  • No enredo, duas telas de Lewis aparecem: Promenade (1961) e Street Musicians (1948), ambas reproduzidas em alta resolução, licenciadas pela Norman Lewis Estate em acordo com a Michael Rosenfeld Gallery.
  • O acordo exige que as réplicas sejam marcadas como inautênticas no verso e que haja comprovante de destruição após as filmagens; os créditos reconhecem o artista e a galeria.
  • O design de produção descreve as obras como escolha de narrativa para revelar o passado do personagem Nile Jarvis, interpretado por Matthew Rhys, conectando seu gosto a uma vida artística anterior.
  • Além de Lewis, a série também incorpora obras de outros artistas negros de destaque, aparecendo em cenas de forma semelhante em produções anteriores e recentes.

Beet juice? é oferecido pelo real estate developer Nile Jarvis, na primeira cena de The Beast in Me, minissérie da Netflix lançada em 2025. O elenco inclui Matthew Rhys e Claire Danes, e a produção estampa obras de Norman Lewis em seus cenários.

As telas centrais são Promenade, de 1961, e Street Musicians, de 1948. Ambas aparecem em pontos-chave da casa de Jarvis, reforçando uma construção de personagem ligada a arte moderna e à história cultural norte-americana. As obras aparecem como replicas de alta resolução.

As réplicas foram produzidas após acordo de licenciamento com a Norman Lewis Estate, representada exclusivamente pela Michael Rosenfeld Gallery, em Nova York. Ao fim das filmagens, as peças deveriam ser destruídas, com as réplicas sinalizadas como inautênticas nos versos.

O papel de Lewis na série vai além da estética: os itens ajudam a contar a história de Jarvis, cuja ex-esposa era galeria e influenciava seu gosto artístico. A produção também considerou os valores de mercado das obras para manter a verossimilhança do personagem.

A negociação de licensing foi acompanhada pelo time de arte da série, que incluiu designers envolvidos em outras produções. A presença de Lewis já havia aparecido em outros títulos com diferentes artistas negros, refletindo uma tendência de uso de obras de arte para enriquecer a narrativa.

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