- O teólogo Gutierres Fernandes alerta sobre os riscos da liturgização da política nas igrejas em tempos de polarização.
- A liderança cristã deve ser marcada pela coragem profética, denunciando injustiças e promovendo a justiça social, sem se deixar levar por interesses partidários.
- O irmão que vota diferente não é inimigo, mas alguém que busca o bem comum e a vontade de Deus.
- É essencial convivência respeitosa, diálogo fraterno e reconciliação para evitar a liturgia da política que divide.
- A mensagem defende recuperar humildade, amizade e discernimento bíblico para que a igreja seja espaço de reconciliação e do amor de Cristo.
A polarização política segue impactando a sociedade brasileira, alcançando também as comunidades de fé. Em meio ao debate, o teólogo Gutierres Fernandes alerta para os riscos da liturgização da política nas igrejas e defende uma liderança com coragem profética orientada pela justiça social.
Fernandes afirma que a devoção à política não pode se tornar liturgia que divide a igreja. Segundo ele, é preciso recuperar humildade, amizade e discernimento bíblico para enfrentar tempos de confronto ideológico.
O teólogo reforça que o irmão que vota diferente não é inimigo, mas alguém que busca o bem comum e a vontade de Deus. A convivência respeitosa e o diálogo fraterno são fundamentais para a igreja servir de espaço de reconciliação.
Liderança cristã e coragem profética
A liderança deve denunciar injustiças sem se deixar levar por interesses partidários que acelerem a divisão. A noção de coragem profética envolve ações que promovam justiça social dentro de princípios cristãos.
Reconciliação e testemunho
A abordagem deve favorecer o diálogo entre membros de diferentes posições, evitando a exclusão de quem diverge. Assim, a igreja pode cumprir sua missão de evangelizar e promover a paz.
Chamado à prática comunitária
A mensagem central é conduzir comunidades de fé a viverem a fé com responsabilidade social, mantendo o foco no bem comum e na dignidade de todas as pessoas.
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