- Zaid, ex-muçulmano no Iêmen, conheceu o Evangelho pela internet e iniciou um discipulado online antes de decidir ser batizado.
- Ele enfrentava risco de prisão ou morte por se tornar cristão no país, que vive perseguição religiosa.
- O batismo ocorreu em uma piscina pública, com a participação de um cristão local que o batizou após encontro casual nas ruas.
- Com apoio de parceiros da Portas Abertas, Zaid fundou um grupo de discipulado para capacitar cristãos a liderarem igrejas domésticas no Iêmen.
- O Iêmen é um dos lugares mais perigosos para cristãos; há relatos de prisões e operações de repressão, com mais de cinquenta crentes presos nos últimos meses.
Zaid, ex-muçulmano do Iêmen, conheceu o Evangelho pela internet e decidiu ser batizado nas águas, apesar do alto risco de prisão ou morte no país. A decisão veio após meses de pesquisas e um longo processo de discipulado online.
Criado em uma família muçulmana rígida, ele questionou a fé na adolescência e acabou se tornando ateu. Nas redes sociais, buscou respostas e descobriu no cristianismo um amor que o atraiu e o levou a mudar de crença.
Confiando no discipulado de um cristão identificado apenas como Alaa, Zaid encontrou apoio remoto antes de agir no mundo real. O batismo ocorreu em uma piscina pública, em meio a um dia movimentado, com um cristão local conduzindo o rito.
Hoje, com suporte de parceiros da Portas Abertas, ele lidera um grupo de discipulado para novos crentes, buscando criar espaços seguros para lideranças em casas de igreja no Iêmen. O objetivo é preparar comunidades locais para a prática da fé em meio à perseguição.
O Iêmen é considerado um dos ambientes mais perigosos para cristãos. Convertidos enfrentam risco de prisão e, em muitos casos, de violência ou morte se descobertos. Mais de 50 crentes teriam sido presos recentemente, segundo organizações de direitos religiosos.
Perseguição, segredo e redes clandestinas caracterizam a vida cristã no país. Reuniões, discipulados e orações costumam ocorrer de forma discreta para evitar retaliações, enquanto a igreja tenta manter presença e testemunho diante da pressão.
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