- O grupo do presidente Julio Casares, o “Participação”, deixou a coalizão “Juntos Pelo São Paulo” nesta sexta-feira (9).
- Outros três grupos também se retiraram: “Vanguarda”, “Legião” e “Sempre Tricolor”, segundo o comunicado, para proteger a instituição.
- O Conselho Deliberativo convocou uma reunião extraordinária para 16 de janeiro, que pode afastar Casares da presidência.
- A aprovação do impeachment exige 75% dos conselheiros aptos, totalizando 191 membros habilitados.
- Ao todo, os quatro grupos citados somam 127 conselheiros.
Em meio a uma semana conturbada no São Paulo, o grupo Participação, ligado ao presidente Julio Casares, anunciou a saída da coalizão Juntos Pelo São Paulo. A decisão envolve a maior base de apoio ao mandatário.
Outros três grupos também se retiraram da coalizão, segundo o comunicado: Vanguarda, Legião e Sempre Tricolor. A ação é apresentada como uma medida de proteção à instituição.
A retirada ocorre às vésperas da votação de impeachment do presidente, marcada para a próxima sexta-feira, 16 de janeiro, conforme convocação do Conselho Deliberativo.
Detalhes da votação
Ao todo, 191 conselheiros estão aptos a votar. Para aprovar o impeachment, é necessário o apoio de 75% dos presentes, o que impõe um quórum elevado.
Os três grupos que deixaram a coalizão somam 127 conselheiros, segundo informações divulgadas pela imprensa. O desínico muda o equilíbrio na reunião extraordinária.
A reunião poderá resultar no afastamento de Júlio Casares da presidência do clube, conforme o andamento da votação e o rito previsto no estatuto. O desfecho depende do voto dos conselheiros.
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