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Sócios do São Paulo pedem impeachment de Casares em protesto

Protestos no Morumbi; impeachment de Júlio Casares será votado em sessão presencial do Conselho Deliberativo, com quórum de 75% entre 191 conselheiros

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
torcedores pedem impachment de Julio Casares
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  • Neste sábado, sócios do São Paulo protestaram na sede do clube, no Morumbi, com faixas pedindo o impeachment de Júlio Casares e de Olten Ayres.
  • A reunião extraordinária do Conselho Deliberativo foi marcada para 16 de janeiro e pode afastar Casares da presidência, se 75% dos conselheiros aptos aprovarem o impeachment, entre 191 membros habilitados.
  • A votação será presencial para assegurar sigilo, segurança e transparência, com duração máxima de duas horas após o início dos trabalhos; antes, conselheiros podem consultar documentos do pedido.
  • O pedido de afastamento foi apresentado por conselheiros da oposição, após o escândalo envolvendo venda ilegal de um camarote no Morumbi, relacionado a Douglas Schwartzmann e Mara Casares.
  • O Conselho Consultivo recomendou não haver provas suficientes de responsabilidade direta do presidente, mas o voto do Deliberativo será secreto e dependente de quórum; caso não seja atingido, o caso poderá ser arquivado.

Ontem, sócios do São Paulo realizaram protesto na sede do clube, no Morumbi, contra a gestão do presidente Júlio Casares e do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres. Faixas pediam o impeachment e mobilização reuniu pessoas no local. A movimentação foi acompanhada de cânticos e apelos por mudanças na direção.

O ato ocorreu neste sábado, com resistência aos dirigentes e chamados por transparência no processo. Protestos também destacaram a necessidade de apurar responsabilizações no caso envolvendo o Morumbi e atividades associadas aos shows realizados no estádio.

Pleito de impeachment

O Conselho Deliberativo marcou para 16 de janeiro uma reunião extraordinária que pode afastar Casares da presidência. A aprovação exige 75% dos conselheiros aptos, totalizando 191 membros com direito a voto.

A sessão será presencial para assegurar sigilo, segurança e transparência. A votação terá duração máxima de duas horas após o início dos trabalhos, conforme o edital.

Antes da decisão, conselheiros poderão consultar documentos do pedido de destituição, em formato digital ou presencial, segundo o regulamento interno.

Contexto e desdobramentos

O pedido de afastamento foi apresentado por conselheiros da oposição, em meio a investigações sobre a venda ilegal de um camarote no Morumbi durante shows. O movimento oposicionista aponta possível vínculo de Casares com o caso, mas não descreve provas diretas.

A assinatura necessária para avançar o processo foi atingida, com 52 adesões. O impasse ganhou contorno após a divulgação de um áudio envolvendo a venda do camarote. O caso envolve Douglas Schwartzmann, diretor adjunto das categorias de base, e Mara Casares, ex-mulher do presidente e atual diretora de áreas femininas, culturais e de eventos.

Pareceres e próximos passos

O Conselho Consultivo, composto por ex-presidentes do São Paulo, reuniu-se na terça-feira para emitir parecer. O grupo, que incluiu nomes como Leco e Carlos Aidar, avaliou que não há provas diretas contra Casares e se posicionou contrariamente ao impeachment.

Mesmo assim, o Conselho Deliberativo manteve a votação em aberto, com voto secreto. Caso o quórum não seja atingido, o pedido pode ser arquivado. A decisão final dependerá do resultado da consulta entre os conselheiros.

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