Paris (França) – A edição atual de Roland Garros trouxe resultados decepcionantes para os tenistas sul-americanos. Beatriz Haddad Maia, que teve um desempenho notável em 2023, foi eliminada na primeira rodada, assim como as argentinas Maria Lourdes Carle e Solana Sierra. Apenas a colombiana Emiliana Arango avançou à segunda fase.
Arango, que ocupa a 85ª posição no ranking, venceu sua estreia contra a filipina Alexandra Eala por 6/0, 2/6 e 6/3. A partida ocorreu no último domingo. A tenista de 24 anos se prepara para enfrentar a chinesa Qinwen Zheng, número 7 do mundo, na quadra Suzanne Lenglen, nesta quarta-feira, às 6h (de Brasília). Esta é a primeira participação de Arango em uma chave principal de torneios da WTA (Associação de Tênis Feminino).
Na rodada de terça-feira, Haddad Maia foi derrotada pela norte-americana Hailey Baptiste por 4/6, 6/3 e 6/1. Carle perdeu para Ann Li, também dos Estados Unidos, com um placar de 6/4 e 6/0. Sierra foi superada pela cazaque Yulia Putintseva por 7/6 (7-4) e 6/2. Outras duas jogadoras sul-americanas, a argentina Julia Riera e a colombiana Camila Osorio, também foram eliminadas na primeira fase.
Desempenho Sul-Americano
Historicamente, a América do Sul teve representantes nas semifinais de Roland Garros, como Haddad Maia em 2023 e Nadia Podoroska em 2020. No entanto, na atual edição, apenas seis tenistas masculinos da região conseguiram avançar na competição. Entre eles estão João Fonseca, número 1 do Brasil, e o chileno Alejandro Tabilo, além de outros argentinos e colombianos.
A participação sul-americana em Roland Garros continua a ser um tema de interesse, especialmente com a eliminação precoce de jogadoras que tinham potencial para avançar mais na competição.
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