Gio Garbelini, atacante da seleção brasileira feminina, marcou um gol na vitória do Brasil sobre os Estados Unidos em amistoso realizado na última Data Fifa. A jogadora, que adotou o sobrenome Garbelini em homenagem à sua avó e mãe, expressou satisfação com sua nova fase no Atlético de Madrid e seus objetivos para a Copa América e a Copa do Mundo de 2027.
A mudança de nome reflete um novo ciclo na carreira de Gio, que anteriormente era conhecida como Queiroz. Em entrevista, ela explicou que a decisão de representar o Brasil foi motivada pelo desejo de jogar ao lado de sua ídolo, Marta. “Sempre quis defender a seleção brasileira”, afirmou. A jogadora também revelou que enfrentou desafios, incluindo assédio moral e psicológico durante sua passagem pelo Barcelona.
Gio Garbelini, de apenas 18 anos, denunciou publicamente a pressão que sofreu para não jogar pela seleção brasileira. “Recebi indicações de que jogar pela seleção não seria o melhor para o meu futuro dentro do clube”, disse. Com a nova fase, ela busca deixar esses momentos difíceis para trás e se concentrar em seu desempenho no Atlético de Madrid, onde se destaca na temporada.
Novos Desafios
A atleta, que já passou por clubes como Levante e Arsenal, está animada com as próximas competições. “Estou feliz com a minha nova fase. Quero muito ir para a Copa América e sigo trabalhando pensando na Copa do Mundo de 2027”, declarou. A primeira convocação de Gio para a seleção brasileira foi sob a direção da treinadora Pia Sundhage, e agora, sob o comando de Arthur Elias, ela se sente mais confiante e motivada.
Arthur Elias, atual treinador da seleção, tem incentivado um estilo de jogo mais agressivo e confiante. “Ele consegue deixar a jogadora mais leve, com vontade de jogar”, comentou Gio. O Brasil se prepara para dois amistosos contra o Japão, com o primeiro jogo marcado para a Neo Química Arena em São Paulo.
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