A Copa do Mundo de Clubes está em andamento nos Estados Unidos, onde a FIFA enfrenta desafios climáticos significativos. Tempestades de verão já causaram a paralisação de seis partidas, incluindo o jogo entre Chelsea e Benfica, em Charlotte. A FIFA está comprometida em seguir rigorosamente os protocolos de segurança para o Mundial de 2026, que será co-sediado por Canadá e México.
As interrupções ocorreram devido a alertas de raios emitidos pelo Serviço de Meteorologia dos EUA. O jogo mais notável foi Chelsea x Benfica, que teve uma pausa de duas horas a poucos minutos do fim, quando os ingleses lideravam por 1 a 0. Após a retomada, o Benfica empatou, e o Chelsea venceu na prorrogação por 4 a 1. O técnico do Chelsea, Enzo Maresca, criticou as paralisações, afirmando que isso prejudica a qualidade do jogo.
A segurança é uma prioridade, e a FIFA respeita as leis locais sobre atividades elétricas. Nos últimos anos, o número de mortes por raios caiu significativamente, mas os riscos permanecem elevados, especialmente em eventos ao ar livre. O protocolo exige que o árbitro informe sobre a ameaça, e o público deve evacuar as arquibancadas abertas. O retorno só ocorre 30 minutos após a última atividade elétrica nas proximidades.
Para o Mundial de 2026, a FIFA está ciente das condições climáticas, já que as tempestades se concentram entre meio-dia e 18h. Nova Jersey, que sediará a final, e Miami, conhecida como a “capital dos raios”, são locais com alta incidência de tempestades. O chefe de operações do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, Ben Schott, destacou que as condições atuais são típicas e podem se repetir no próximo ano.
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