Vários familiares, amigos e fãs se reuniram neste sábado, em Gondomar, para o funeral do atacante português Diogo Jota, do Liverpool, que faleceu aos 28 anos em um acidente de trânsito. O acidente, que também vitimou seu irmão André Silva, de 26 anos, ocorreu na noite de quarta-feira em uma autoestrada no noroeste da Espanha.
A ausência do capitão da seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo, foi notável e gerou críticas na imprensa. Esperava-se que ele estivesse presente, mas não compareceu ao velório ou ao funeral. Jornais espanhóis informaram que Ronaldo estava de férias em Maiorca, a bordo de um iate de luxo com a família. O jornalista António Ribeiro Cristovão comentou que a ausência do craque é “inexplicável” e que ele deve justificar sua falta em um momento tão significativo.
Atletas da seleção, como Rúben Neves e João Cancelo, viajaram rapidamente para Portugal após a Copa do Mundo de Clubes, onde prestaram homenagens. Neves ajudou a carregar o caixão de Jota. O funeral foi oficiado pelo Bispo do Porto e contou com a presença de diversas personalidades, incluindo o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, que destacou a perda de um ícone do futebol.
O Liverpool decidiu adiar a retomada dos treinos após a tragédia. O atacante Mohamed Salah expressou sua tristeza nas redes sociais, afirmando que será difícil aceitar a ausência de Jota. O jogador, que se casou em junho, estava a caminho de Santander quando ocorreu o acidente, possivelmente causado pelo estouro de um pneu.
Em Gondomar, onde Jota cresceu, fãs deixaram flores e mensagens em homenagem ao jogador. A morte de Diogo Jota e seu irmão causou comoção profunda no mundo do futebol, refletindo a perda de um talento promissor e querido por muitos.
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