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Mundial exige técnicos duradouros para alcançar semifinais em meio ao imediatismo

Semifinais da Copa do Mundo de Clubes destacam técnicos recentes, com Luis Enrique sendo a exceção em um cenário de mudanças rápidas.

Renato Gaúcho, técnico do Fluminense, comemora vitória sobre o Al-Hilal no Mundial (Foto: Michael Regan - FIFA/FIFA via Getty Images)
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As semifinais da Copa do Mundo de Clubes estão definidas, com destaque para a presença de técnicos que ocupam seus cargos há menos de duas temporadas. Apenas Luis Enrique, do PSG, é o único a ter um trabalho mais longo, completando dois anos à frente da equipe.

Os semifinalistas já confirmados são Renato Gaúcho, que assumiu o Fluminense em abril, e Enzo Maresca, que completou um ano no comando do Chelsea em julho. Os outros times que disputam as vagas restantes também seguem a tendência de contratações recentes. Vincent Kompany foi contratado pelo Bayern no início da última temporada, enquanto Niko Kovac comanda o Borussia desde fevereiro. Xabi Alonso estreou no Mundial com o Real Madrid, assumindo o time pouco antes do torneio.

A competição começou com apenas seis técnicos em seus cargos há mais de dois anos, mas nenhum deles permanece no torneio. Diego Simeone, do Atlético de Madri, era o mais longevo, seguido por Pep Guardiola, do Manchester City, e Abel Ferreira, do Palmeiras. Todos foram eliminados antes das semifinais.

A presença de técnicos com menos tempo de trabalho reflete uma tendência no futebol atual, onde mudanças rápidas são cada vez mais comuns. O desempenho dos treinadores jovens pode influenciar o futuro das equipes e a dinâmica do torneio.

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