O Mundial de 2026 será realizado entre EUA, Canadá e México, com 16 cidades-sede. Alertas de calor extremo, fumo, mau tempo e qualidade do ar já são discutidos, com planos para reformar estádios, contratar staff e ampliar segurança. Estudo aponta riscos financeiros associados a eventos impactados por clima.
Segundo a análise, 10 das 16 sedes apresentam alto risco de calor extremo. Em Toronto, cidade-sede, o estudo destaca custos potenciais com cancelamentos, reembolsos de ingressos e salários de equipes que precisarem se deslocar. Adversidades climáticas também podem gerar atrasos, como ocorreu na Club World Cup, nos EUA, no ano passado.
Em Kansas City, cidade com risco muito alto de calor, a organização prepara medidas de proteção aos torcedores. Estão previstas fontes de refrigeração, como ventiladores de névoa, áreas sombreadas e pontos de descanso, além de uma força-tarefa climática para monitoramento em tempo real. A meta é assegurar a experiência do público, com comunicação prévia sobre hidratação e conduta adequada.
A iniciativa reúne especialistas de clubes locais, profissionais de saúde, meteorologistas e treinadores atléticos. Também serão emitidas notificações aos fãs antes da saída aos estádios, orientando sobre condições climáticas. Organisadores ressaltam que, mesmo com preparação, imprevistos podem impactar contratos com patrocinadores, tv e serviços de alimentação, exigindo ajustes logísticos.
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