O Brasil foi sorteado como cabeça-de-key no grupo C da Copa do Mundo de 2026, e enfrentará Marrocos, Haiti e Escócia. O torneio manterá 48 seleções, o que torna o caminho até as fases eliminatórias mais complexo e menos previsível.
Também ficou definido que o caminho no mata-mata depende de o Brasil terminar em 1º ou 2º no grupo. A análise apresenta cenários para oitavas, quartas e semifinais, contemplando adversários de diversos grupos e de melhores terceiros.
Se terminar em primeiro, o Brasil enfrenta o ganho-do-segundo colocado do grupo F, que pode incluir Holanda, Japão, um país do playoff europeu e Tunísia. Caso seja vice-líder, o adversário pode vir do mesmo grupo F, conforme o desfecho do primeiro mata-mata.
Oitavas de final
O caminho de oitavas varia conforme a colocação no grupo. Líder pode enfrentar segundo colocado dos grupos E ou I, entre Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim, Equador, França, Senegal, país do playoff intercontinental e Noruega. O beneficiado pela posição pode cruzar com esses rivais.
Caso o Brasil seja vice-líder, o cruzamento também envolve segundos colocados dos grupos A ou B, com opções como México, África do Sul, Coreia do Sul, Canadá, Qatar, Suíça e outros classificados por playoff.
Quais podem vir nas quartas e semis
A partir das quartas, a definição fica mais aberta, envolvendo líderes de grupos diferentes e melhores terceiros. O cruzamento pode incluir México, Inglaterra, Croácia, Gana, Panamá, França, Alemanha, além de possíveis terceiros colocados.
Nas semifinais, a presença de Argentina, Canadá, Portugal, Espanha, Estados Unidos ou Bélgica como cabeças-de-chave depende de eles também avançarem como líderes. A plausibilidade de encontro com esses rivais varia conforme o desempenho nos elencos de cada grupo.
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