O Conselho Mundial de Esporte a Motor da FIA aprovou alterações relevantes para a Fórmula 1, válidas para 2026 e 2027. Entre as mudanças, estão ajustes na geração de carros, redução da pré-temporada e maior abertura para pilotos de outras categorias. A decisão ocorreu nesta semana em Uzbequistão.
Outra linha envolve a criação de uma nova seção regulatória chamada Provisões Regulatórias Gerais, destinada a evitar contradições entre normativos. Além disso, o sistema de pontuação para a Superlicença foi modificado para favorecer competidores da IndyCar.
A temporada de 2026 terá início em 8 de março e contará com 24 corridas. Em paralelo, a FIA reduziu ainda mais os testes, com três semanas de atividades em 2026 e apenas uma rodada em 2027. O objetivo é alinhar o calendário e reduzir a janela de preparação das equipes.
Provisões Regulatórias Gerais
O regulamento passa a prever diretrizes mais claras para evitar conflitos entre regras. A mudança busca maior consistência entre os textos, principalmente em áreas de competição e engine. Detalhes operacionais devem ser publicados pela FIA em breve.
Pontuação da Superlicença favorece IndyCar
O novo sistema concede 40 pontos ao campeão da IndyCar, 30 ao vice, 25 ao terceiro, 20 ao quarto, 15 ao quinto, 10 ao sexto, 8 ao sétimo, 6 ao oitavo e 3 ao nono colocado. A soma considera desempenho em três saídas distintas nos últimos anos.
Calendário 2026 e GP de São Paulo
A F1 de 2026 terá 24 etapas, com o início marcado para 8 de março. O GP de São Paulo permanece no Autódromo de Interlagos, previsto para 6 a 8 de novembro. As mudanças entram em vigor na temporada seguinte, sujeitas a confirmação de regulamentos específicos.
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