O impeachment do presidente do São Paulo, Julio Casares, começou a ser votado nesta terça-feira, em sessão híbrida que recebe o voto de conselheiros e sócios. A votação está marcada para começar às 20h30 (horário de Brasília) e pode seguir até as 22h30. A expectativa é definir se Casares permanece no cargo.
Antes da abertura dos trabalhos, o conselheiro Marco Aurélio Cunha afirmou que vê o clube em dificuldade, descrevendo a gestão atual como marcadamente prejudicada. Cunha, que voltou ao Conselho no fim de 2025, não pode votar pelo estatuto, mas integra o quadro e já se posicionou a favor da destituição.
Panorama da sessão e possíveis consequências
Caso haja afastamento, o substituto imediato seria Harry Massis, conforme o protocolo interno, e o clube pode entrar em um novo ciclo de eleições neste ano. Cunha também comentou sobre nomes que podem compor uma futura gestão, destacando a necessidade de afastar pessoas investigadas.
O conselheiro disse ainda que o São Paulo está “asfixiado” e que, para recuperar o clube, é preciso uma mudança de governo e pessoas qualificadas. Ele citou Médicis e Zé Carlos Ferreira Alves como exemplos de nomes com experiência, mas ressaltou que não é o momento de discutir protagonismo político dentro do clube.
Como funciona a votação
O processo ocorre em sistema híbrido, com avaliação de votos entre conselheiros e participação de sócios em eventual Assembleia Geral. Serão necessários 171 votos para afastar Casares. Caso não haja quórum suficiente, Casares permanece no cargo e o caso é arquivado.
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