Max Verstappen criticou o novo regulamento da Fórmula 1, vigente a partir de 2026, durante a rodada de testes de pré-temporada. O piloto da Red Bull disse se sentir forçado a priorizar o gerenciamento de energia, o que vem impactando a dirigibilidade. As declarações foram dadas em coletiva na quinta-feira.
O tetracampeão afirmou que os carros atuais parecem mais uma Fórmula E com foco em consumo de energia do que um Fórmula 1 tradicional. Segundo ele, dirigir no limite não está mais ao alcance dos pilotos sob esse regulamento, exigindo equilíbrio entre potência e gestão.
Verstappen ressaltou ainda que, na sua visão, a pilotagem não é divertida quando a energia determina ações como freiar, subir ou descer marchas. A aderência com os pneus atuais também é apontada como um desafio, o que, para ele, configura um grande passo atrás.
Críticas ao regulamento e comparação com a Fórmula E
O piloto explicou que a percepção de dirigibilidade não está alinhada ao objetivo da Fórmula 1, diferindo da proposta de esportes motoris com foco total em energia. Ele reconheceu a necessidade de regras iguais, mas enfatizou a frustração com o equilíbrio atual entre performance e energia.
Apesar das críticas, Verstappen disse não desaprovar integralmente o aerofrouxo do carro. Ele afirmou que o problema está no conjunto restante do regulamento, que considera anticorrida. Ainda assim, disse não esconder suas opiniões, mantendo o tom direto sobre o tema.
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