A FIA propôs endurecer a vigilância sobre as novas unidades de potência da Fórmula 1 a partir de agosto de 2026. A medida mira verificar a taxa de compressão sob condições aquecidas, elevando a exigência de conformidade para além das condições ambientais.
A discussão surgiu após alegações de que a Mercedes teria encontrado brecha regulatória que poderia aumentar o desempenho. A fabricante negou irregularidades, enfatizando a legalidade de suas unidades de potência fornecidas a equipes da categoria.
O pleito foi apresentado aos fabricantes de motores e aos reguladores nesta quarta-feira. O resultado da votação deve ser divulgado em até dez dias. A FIA também destacou que qualquer mudança precisa da aprovação final do Conselho Mundial do Automobilismo.
A mudança proposta prevê medir a taxa de compressão também em temperatura operacional de 130 °C, além das condições ambientais. Se aprovada, valerá a partir de 1º de agosto de 2026.
Segundo a Mercedes, o objetivo é manter a igualdade de condições entre equipes. A montadora cede motores para Alpine, McLaren, Williams e sua equipe, mas reforçou o compromisso com a integridade das regras.
F1 estuda ampliar corridas sprint para 12
A Comissão da Fórmula 1 discutiu, nesta quarta, ampliar de seis para 12 as provas com sprint em 2026. A ideia atende pedidos de fãs e promotores, com calendário já anunciando algumas novas etapas.
A temporada projetada inclui China, Miami e outras cidades com sprint. Países como Canadá, Singapura e Holanda aparecem entre as novidades, enquanto Interlagos permaneceu fora do formato.
Pelo contrário, não houve decisão sobre mudanças no regulamento de forma imediata. As primeiras impressões sobre o novo regulamento técnico sinalizam que não haverá alterações urgentes, conforme consenso entre FIA, FOM, equipes e fabricantes.
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