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SOD Capital é a única a negociar maior fatia do potencial construtivo do Vasco

Impasse no terreno do Marapendi trava a venda da maior fatia do potencial construtivo do Vasco com a SOD Capital

São Januário antes do jogo entre Vasco e Volta Redonda (Foto: Lucas Bayer / Lance!)
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A venda do potencial construtivo do Vasco da Gama segue travada pela necessidade de um terreno que absorva o volume adquirido. A SOD Capital é apontada como a única empresa com tratativas diretas para comprar 220 mil m², a maior fatia envolvida no negócio.

Conforme apuração, outras construtoras chegaram a ser citadas, mas apenas a SOD Capital mantém negociação direta com o clube. O Vasco busca destravar o projeto de modernização de São Januário por meio da venda desse potencial construtivo.

O terreno-chave para o negócio é o Marapendi, na Barra da Tijuca, avaliado em cerca de R$ 450 milhões. A SOD Capital esteve perto de fechar a compra, mas o interesse de outros grupos elevou o valor e freou a negociação.

Entre as interessadas, aparecem Patrimar Engenharia e Sete Engenharia, que demonstraram interesse na aquisição do terreno. Caso avancem, podem buscar o Vasco para negociar a venda do potencial construtivo, ainda sem confirmação oficial do clube.

Venda parcial já encaminhada. O Vasco tem duas empresas apalavradas para adquirir, juntas, cerca de 60 mil m² do potencial construtivo, com terrenos aptos a receber esse volume adicional.

A conclusão da venda da maior fatia, os 220 mil m² com a SOD Capital, é considerada essencial para o início das obras em São Januário. A diretoria não aceita começar as intervenções apenas com parte dos recursos.

Sem prazo definido. O clube não anunciou data para o início das obras. A ordem de serviço depende da conclusão da venda da maior parte do potencial construtivo e da definição sobre o terreno do Marapendi.

Terreno do Marapendi é peça-chave

O Marapendi é visto como elemento central para destravar o processo. A área precisa comportar o volume de construção adquirido para viabilizar a edificação prevista pelo projeto de modernização.

A negociação envolve ainda a remuneração e condições de uso do solo, além de eventuais aprovações regulatórias que possam impactar o andamento do acordo e das obras.

Internamente, o desejo é iniciar a reforma o quanto antes para transformar São Januário em um estádio mais moderno e competitivo, mantendo o foco na viabilidade financeira do projeto.

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