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Brasileiro campeão na França afirma que o futebol francês impulsiona Endrick

Eduardo dos Santos afirma que o futebol francês potencializa Endrick no Lyon, aumentando as chances de convocação para a Copa de 2026

Eduardo atuou por clubes franceses como Lens, Metz, Ajaccio e Guingamp, entre 2007 e 2014 — Foto: Divulgação | En Avant Guingamp
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Brasileiro campeão na França afirma que o futebol francês potencializa Endrick. Eduardo dos Santos, ex-atacante de 42 anos, diz que o estilo defensivo da Ligue 1 pode favorecer o atacante, em empréstimo ao Lyon, visando a Copa do Mundo de 2026.

O comentário ocorreu após Endrick deixar o Real Madrid por empréstimo e seguir para o Lyon, clube de destaque na França. A avaliação de Eduardo destaca que o tempo de jogo na França pode favorecer a adaptação e as chances de convocação.

Eduardo atuou na França entre 2007 e 2014, defendendo clubes como Lens, Metz, Ajaccio e Guingamp. Sua experiência embasa a leitura de que o futebol francês exige intensidade física e pode favorecer atletas de explosão e força, como Endrick.

Sobre Endrick no Lyon

  • Partidas: 7 (5 na Ligue 1, 2 na Copa da França)
  • Gols: 5
  • Assistências: 1

A transferência de Endrick para o Lyon tem como objetivo ampliar o tempo de jogo do atacante, buscando consolidar ritmo competitivo. A estratégia envolve manter o jovem jogador ativo e próximo de um eventual chamado para a competição mundial.

Perfil de Eduardo

Natural de São João do Piauí, Eduardo Ribeiro dos Santos tem 42 anos e foi destaque pela Guingamp na Copa da França 2008/2009, marcando dois gols na final. Sua carreira inclui passagens por Flamengo-PI, Fortaleza e clubes franceses.

A trajetória de Eduardo no futebol europeu também inclui passagens por Lens, Metz, Ajaccio e Guingamp. Após atuar no Brasil, retornou ao país natal e encerrou a carreira em 2022.

Contexto da conversa

Eduardo reforça que Endrick tem potencial para se manter no ciclo da seleção e para disputar a Copa de 2026. O ex-atacante aponta que a cobrança sobre jovens talentos é alta, mas ressalta a capacidade do brasileiro de manter consistência de desempenho.

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