O lance decisivo para o Amazonense ocorreu aos 41 minutos da segunda etapa. O Manaus vencia em jogo único, mas o cruzamento pela direita resultou em disputa entre Gutierrez, capitão do Manaus, e o goleiro Eugênio. Gutierrez fez um movimento com o braço, a bola passou e houve defesa parcial do goleiro; na sequência, o árbitro Leonardo Chaul Paixão marcou pênalti para o Parintins, que converteu e empatou a partida. O resultado levou a decisão para os pênaltis, vencida pelo Parintins por 5 a 4, garantindo vaga na final.
A partida aconteceu no estádio local, em meio a clima de decisão do campeonato em jogo único. O desfecho mudou o cenário da fase final, com o Parintins avançando e o Manaus eliminado em casa, mesmo com vantagem no marcador ao longo do segundo tempo. A atuação do árbitro foi questionada pela diretoria do Manaus após o apito final.
Reação da diretoria do Manaus
Em entrevista à TV A Crítica, o presidente do Manaus FC, Luis Mitoso, criticou a arbitragem e a atuação da Federação Amazonense de Futebol. O dirigente afirmou que houve um erro grave e pediu tomada de atitude por parte da federação, alegando que a decisão prejudicou o time e a imagem do futebol amazonense. Segundo ele, a diretoria depositou confiança na condução da partida e se sentiu prejudicada pela decisão.
Até o momento, a Federação Amazonense de Futebol não se pronunciou publicamente sobre o incidente nem publicou a súmula da partida em seu site oficial. A ausência de posicionamento oficial aumenta a lombada para entender os critérios da arbitragem na decisão.
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