A Kings League, criada por Gerard Piqué, ganhou espaço entre jovens e já atraiu grandes clubes europeus. O formato é curto, dinâmico e com desafios, o que pode explicar a popularidade entre a Geração Z. Hoje a liga opera nove torneios globais e pretende chegar a 30 em três anos.
O público da Kings League é majoritariamente jovem: cerca de 85% tem 30 anos ou menos. A iniciativa soma quase 20 bilhões de impressões nas redes sociais, demonstrando alcance e engajamento acima das expectativas iniciais.
No Brasil, o alcance tem sido expressivo. A final da Kings World Cup Nations ocorreu no Allianz Parque, em São Paulo, com público de 41.316 pessoas, apesar da forte chuva. O estádio quase atingiu o recorde histórico de público.
Galeria de nomes e parcerias
Durante evento no Allianz Parque, Piqué afirmou que clubes tradicionais do futebol brasileiro já demonstraram interesse em parcerias ou franquias dentro da Kings League. O dirigente mencionou conversas em curso, sem adiantar detalhes.
A Kings League também reúne influenciadores nacionais e internacionais, como Coringa, Nyvi Estephan e Ludmilla, além de nomes do entretenimento como MC Hariel, Luva de Pedreiro e Gaules. Esses integrantes ajudam a atrair o público jovem.
Além de personalidades, a liga conta com ex-jogadores e atletas em atividade, com Kaká e Piqué entre os organizadores. Presenças de Neymar, Sergio Agüero, Lamine Yamal e outros astros reforçam o elenco de gestores e produtores.
Impacto e futuro
O formato privilegia o ritmo de jogo e a interação com fãs, respondendo aos novos hábitos de consumo. O gol é apresentado de forma rápida, mantendo o interesse desde o início. A Kings League busca consolidar um modelo híbrido para o futebol.
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