O circuito de Xangai recebeu a Ferrari com uma das principais inovações da temporada: uma asa traseira que abre e gira em 180º. O dispositivo foi instalado para o primeiro treino livre do GP da China, nesta sexta-feira, mas pode ter ido além do ritmo previsto pela equipe. Lewis Hamilton sugeriu que a estreia oficial pode ter sido adiantada demais.
Segundo o heptacampeão, a Ferrari avançou com a instalação para acelerar o desenvolvimento, mas a obra foi finalizada sem o tempo adequado para testes completos. A ideia era apresentar o recurso nos primeiros compromissos, porém a equipe decidiu manter feedbacks adicionais antes de utilizá-lo plenamente.
A sessão livre inicial em Xangai mostrou a Mercedes à frente, com a Ferrari buscando equilíbrio. Hamilton rodou no começo da atividade, ficando em sexto, e Leclerc foi quinto. No momento, a escuderia italiana ocupa a vice-liderança no Mundial de Construtores, com 27 pontos, atrás da Mercedes.
Desempenho da equipe e próximos passos
A Ferrari utilizou uma asa tradicional no carro de Hamilton durante a classificação da sprint, que definiu Russell na pole. Hamilton ficou em quarto no grid da sprint, duas posições à frente de Leclerc, enfrentando desafios de potência e velocidade nas retas.
Hamilton elogiou o esforço dos engenheiros para recuperar o carro após a sessão problemática, destacando a necessidade de melhorias na potência para acompanhar a Mercedes. O piloto também afirmou que o time de Maranello pode competir nas curvas, mas depende de avanços na entrega de potência.
O GP da China, com a sprint marcada para a madrugada de sábado, terá transmissão pelo sportv3. A prova completa de domingo irá ao ar no mesmo canal, com início da cobertura na madrugada. A corrida completa reúne expectativas de evolução da Ferrari diante do regulamento vigente.
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