A UEFA avalia lançar uma plataforma própria de streaming para a transmissão de jogos da Champions League no ciclo de negociações 2027-2031. A ideia está em estágio inicial e pode ser testada em mercados com grande penetração digital, como Ásia, antes de uma implementação ampla.
O projeto é conduzido pela UC3, joint venture entre UEFA e EFC, para gerir direitos comerciais das competições. A iniciativa mira ampliar receitas e alcance, explorando uma transmissão direta ao consumidor.
O objetivo é ampliar o controle sobre distribuição e monetização, seguindo movimento similar ao da Premier League, que planeja app próprio para partidas já na próxima temporada, inicialmente em Singapura.
Plano de lançamento e implicações
A UEFA afirma que a plataforma pode abrir novos fluxos de receita em mercados ainda subexplorados, com definição sobre modelo de cobrança ainda pendente. Testes em mercados asiáticos podem durar etapas iniciais.
Historicamente, clubes europeus têm debatido impactos de mudanças na distribuição de direitos, mantendo o formato atual da Champions League, com exceção de exceções no sorteio para evitar confrontos nacionais repetidos.
A discussão sobre uso de tecnologia também está em pauta. O diretor de arbitragem, Roberto Rosetti, diz que o VAR tem sido utilizado de forma excessivamente detalhista, e há uma reunião com ligas europeias prevista após a Copa do Mundo para alinhar critérios.
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