O Equador garantiu vaga direta para a Copa do Mundo de 2026, no Canadá, EUA e México, ao terminar as Eliminatórias Sul-Americanas em segundo lugar, atrás apenas da Argentina. A seleção se firmou com uma geração jovem, já em destaque no futebol europeu, com nomes como Moisés Caicedo e Willian Pacho.
Sob o comando do técnico argentino Sebastián Beccacece, o time retomou identidade após a saída de Félix Sánchez Bas. A equipe se manteve estável na competição e chegou à segunda participação consecutiva no Mundial.
Beccacece afastou a ideia de obrigação de vencer o Mundial para a La Tri, colocando a responsabilidade sobre seleções como Brasil, Argentina, Espanha e Alemanha. A meta é competir com confiança, mesmo sem atribuir favoritismo à equipe equatoriana.
No último duelo sob o comando de Carlo Ancelotti, o Brasil empatou em 0 a 0 com o Equador, em junho de 2025, pela 15ª rodada das eliminatórias. O Equador ficou com a melhor eficácia defensiva da partida, em boa atuação da linha de zaga.
Jovens promissores
Beccacece destacou a transformação do elenco, com cerca de 65% de mudança em 20 meses. O técnico ressaltou a base jovem e os estágios de treinamento que ampliaram o conhecimento sobre o talento no país.
Além disso, o treinador mencionou que mais de 140 jogadores foram avaliados antes de consolidar a seleção atual. A enfatizada aposta na formação de jovens segue como característica marcante da equipe.
Nesta sexta-feira, às 17h15 (horário de Brasília), o Equador encara Marrocos em amistoso no Estádio Metropolitano. Mais de 50 mil ingressos já haviam sido vendidos para o confronto.
Desdobramentos
A seleção equatoriana integra o Grupo E da Copa do Mundo, ao lado de Alemanha, Costa do Marfim e Curaçao. O duelo de apresentação volta a inserir a equipe entre as atenções do futebol internacional, com foco na evolução de jovens talentos para o planejamento de 2026.
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