A regra dos 65 jogos da NBA continua gerando controvérsia. O Detroit Pistons e o armador Cade Cunningham estão no centro do debate após a lesão que interrompeu o que seria um ano de destaque. A liga exige mínimo de 65 partidas para elegibilidade a prêmios e seleções da temporada, o que pode afastar Cunningham das honrarias da 2025/26.
A NBPA — associação dos jogadores — reconhece a aplicação da regra, mas pede flexibilização para casos como o de Cunningham, que não está abrindo mão de jogos por desinteresse, e sim por lesão. A entidade sustenta que a regra é excessivamente rígida e injusta em certas situações.
Cunningham disputou 61 jogos até a reta final da temporada. Uma complicação pulmonar o afastou por tempo ainda indeterminado, deixando em aberto a possibilidade de não aparecer nas listas de premiação, mesmo com números expressivos.
Impacto e contextos
Além do Pistons, outros estrelas enfrentam dificuldades para atingir o mínimo de partidas, com LeBron James perdendo parte do início da temporada. A situação pode comprometer a elegibilidade de atletas de alto rendimento, que se aproximam do limite de jogos.
Mitchell defende mudanças, apontando que lesões legítimas não devem penalizar novamente os atletas. O jogador do Cavaliers reconhece a necessidade de equilíbrio entre a competitividade da liga e justiça na avaliação de premiados.
Caminhos e posições
Jeff Schwartz, agente de Cunningham, afirma que a meritocracia não deve ser prejudicada por uma cota rígida. A ideia é estabelecer exceções para lesões comprovadas, evitando danos à carreira pela contagem de partidas. O tema segue em debate entre equipes, confederações e sindicatos.
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