Verstappen teve um fim de semana discreto no GP do Japão, terminou em sétimo e não avançou além do Q2. Na corrida, ganhou posições, mas ficou sem ritmo para brigar pela frente. A equipe Red Bull enfrenta desafio de performance com as mudanças regulatórias.
O holandês afirmou ser realista sobre o desempenho atual, aceitando a posição na parte de trás do pelotão quando necessário. Disse que a nova geração de carros não permite dominar ou lutar por pódios o tempo todo, o que o deixa descontente com a dinâmica da prova.
Para Verstappen, a aprovação de uma pilotagem com o carro atual não é suficiente. Ele descreveu o funcionamento como antipilotagem e afirmou que a adaptação é difícil, levando a dúvidas sobre o que ainda o motiva a continuar competindo no atual formato.
Nesse cenário, a aposentadoria começou a entrar no radar como possibilidade. O piloto citou momentos em família e a chance de focar em outros projetos como opções, ressaltando que a decisão não envolve apenas dinheiro, mas prazer pela atividade.
O chefe da Red Bull, Laurent Mekies, reconhece a insatisfação de Verstappen com o rumo da Fórmula 1. Segundo ele, há muito trabalho pela frente e a expectativa é que, com um carro rápido, o piloto volte a ficar mais feliz e competitivo.
Mekies reforçou que a equipe está priorizando entregar um aniversário de competitividade para Verstappen. A ideia é oferecer um carro capaz de fazer a diferença, para que o piloto recupere o entusiamo e o desempenho esperado.
A temporada passou por paralisação de GPs no Bahrein e na Arábia Saudita devido a conflitos regionais. A Red Bull e Verstappen veem nesse intervalo uma oportunidade para avaliar lacunas técnicas e alinhar estratégias de longo prazo.
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