Pedrinho, ídolo do Vasco da Gama, rebateu críticas feitas por membros da diretoria rival e por investidores ligados a uma possível liga independente. Em discurso contundente, ele defendeu a honra do clube e questionou a viabilidade de uma liga gerida por dirigentes que, segundo ele, atuam com prepotência e arrogância.
O ex-jogador citou o presidente rubro-negro e o empresário John Textor como exemplos de comportamento que, na visão dele, prejudicam a história do Vasco. Pedrinho acusou o tom ofensivo de um dirigente do Flamengo e disse que ataques pessoais afetam jogadores, comissão técnica e a diretoria.
O dirigente do Vasco também mencionou, de forma direta, que a comparação entre empréstimos e gestão de clubes alimenta desconfiança sobre a integridade de quem comanda projetos de liga. Ele afirmou que não há espaço para desrespeito a membros da história vascaína ao discutir o futuro do futebol brasileiro.
Pedrinho não poupou críticas a Textor, apontando desrespeito à trajetória do Vasco da Gama e à forma de tratar a instituição em declarações públicas. Segundo ele, o empresário atua com bravata de gestores que, por muito tempo, operaram no futebol para agradar torcedores.
Apesar das críticas, o ídolo deixou uma mensagem de parceria. Disse que, se o Botafogo necessitar de apoio em situação difícil, colocará à disposição recursos e colaborar com o que for possível para a continuidade das atividades do clube.
Para o presidente vascaíno, as atitudes de rivais demonstram que o futebol brasileiro ainda não está maduro para uma liga independente. Ele afirmou que a falta de união e os ataques pessoais dificultam o progresso do esporte e a cooperação entre clubes.
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