A vitória do Flamengo por 2 a 0 sobre o Cusco, nesta quarta-feira (8), no Peru, abriu a rodada de grupos da Libertadores com polêmica. O time brasileiro saiu na frente aos 14 minutos da segunda etapa, ampliou no fim com Arrascaeta e dominou o segundo tempo, mas o trio de arbitragem gerou debates pela atuação do VAR.
A partida teve gols anulados e decisões contestadas. Bruno Henrique abriu o placar após cruzamento de Ayrton Lucas. Nos acréscimos, Arrascaeta lançou Luiz Araújo para marcar o segundo golpe rubro-negro.
Aos 19 minutos da etapa final, o Cusco empatou com gol de Ruidíños, marcado após jogada individual e cruzamento na área. O lance foi anulado pelo VAR por impedimento, segundo a decisão da arbitragem, gerando controvérsia pela falta de clareza das linhas.
Antes disso, aos 14 minutos, Gonzalo Plata pisou no adversário em disputa de bola. O árbitro não marcou falta, e o VAR pediu revisão. A decisão final foi por não punir o atleta do Flamengo, o que também gerou críticas na imprensa espanhola.
A imprensa europeia destacou o uso do VAR e classificou a atuação como um *escândalo* para a imprensa da Espanha, focalizando a suposta dificuldade de visualizar as posições de impedimento durante as imagens exibidas.
Apesar da polêmica, o Flamengo mostrou superioridade no primeiro tempo e controle de jogo, mantendo a posse de bola diante da retranca do Cusco. O técnico rubro-negro avaliou positivamente o desempenho da equipe em Lima, capital peruana.
Com o resultado, o Flamengo lidera provisoriamente o grupo. O Cusco volta a campo nas próximas rodadas buscando reverter a imagem de prejudicado frente às decisões de arbitragem. A repercussão internacional continua centrada nos lances do VAR.
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