O Cruzeiro perdeu por 2 a 1 para a Universidad Católica no Mineirão, pela Libertadores, em partida marcando a volta do clube à competição após seis edições. O resultado gerou vaias de parte da torcida e deixou o vestiário visivelmente abatido. A derrota ocorreu em casa e interrompeu uma sequência de boa atuação recente.
O goleiro Matheus Cunha descreveu o clima entre os atletas como “triste” e com “clima de velório” no vestiário, ainda que tenha ressaltado a necessidade de seguir em frente. O time reagiu ao empate no começo do segundo tempo, mas sofreu o gol que definiu o placar.
Artur Jorge confirmou frustração com o resultado, ao lembrar que o Cruzeiro dominou boa parte do jogo mesmo em casa. O treinador citou que a equipe criou chances e que a decepção é compartilhada por quem acompanhou a partida.
Durante o jogo, a arbitragem de Carlos Betancur, da Colômbia, gerou irritação no elenco. Lucas Silva criticou decisões que, para a equipe, tornaram o confronto moroso, enquanto Matheus Pereira discordou de lances específicos. Na equipe, Lucas Romero levou cartão por reclamação.
Kaiki, que viu a derrota de perto, preferiu não falar no imediato e saiu do estádio com o semblante carregado. Nas palavras do elenco, houve cobrança pela condução do jogo e pela postura apresentada em campo.
No aspecto técnico, Néiser Villarreal teve atuação de continuidade para a jovem revelação de 20 anos, que passou por nervosismo na estreia em Libertadores no Mineirão. O treinador destacou a necessidade de incentivar o jogador, buscando manter a confiança mesmo diante do revés.
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