Messi é alvo de processo movido por uma promotora de eventos de Miami, que acusa o jogador de violar um contrato ao não atuar em amistoso da Argentina em outubro de 2025. O caso foi protocolado no Tribunal do Circuito de Miami-Dade e envolve a VID Music Group, a AFA e o executivo Julian Marcos Kapelan.
De acordo com a queixa, a VID assinou acordo no verão passado garantindo direitos exclusivos para organizar e promover amistosos argentinos em outubro contra Venezuela e Porto Rico, com base em receitas de bilheteria, transmissão e patrocínio. A promotora sustenta que Messi deveria atuar pelo menos 30 minutos em cada partida, salvo lesão, sendo a participação considerada central ao valor comercial.
O documento acusa Messi de conspirar com Kapelan e a AFA para induzir a VID a firmar contratos com a associação sob falsos pretextos, além de apontar suposta negligência na declaração de informações. Também cita supostas falhas da AFA em relação às partidas programadas para 2025 e a dois jogos previstos para os EUA em 2026, com Kapelan apontado como responsável por fraude.
Messi, 38 anos, não jogou no triunfo argentino por 1 a 0 sobre a Venezuela em 10 de outubro, apenas acompanhando a partida de um camarote no Hard Rock Stadium, na Flórida. No dia seguinte, o atacante foi titular pelo Inter Miami e anotou dois gols na vitória por 4 a 0 sobre o Atlanta United.
Posteriormente, Messi representou a Argentina na vitória por 6 a 0 sobre Porto Rico, em 14 de outubro, com duas assistências. A partida ocorreu em Fort Lauderdale, no Chase Stadium, palco da promoção da VID após ter sido transferida de Chicago.
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