O duelo entre as lendas do Brasil e do México, marcado para este domingo, será o teste do sistema cashless do Estádio Banorte, antigo Estádio Azteca, antes da Copa do Mundo de 2026. O objetivo é avaliar pagamentos sem dinheiro físico em grande movimentação de torcedores.
A iniciativa é promovida pela Puntored, em parceria com a KeepCash, com o Banorte atuando como banco adquirente. A reinauguração em março, versus Portugal, gerou demanda que causou falha no pagamento com cartões e levou à volta do dinheiro em espécie nas comidas e bebidas.
Segundo o CEO da Puntored no México, Arturo Halgraves, partidas subsequentes tiveram melhor desempenho, como o duelo Club América contra Cruz Azul, com 46 mil torcedores. O jogo México-Brasil deverá ter público superior a 80 mil espectadores.
Entre os ex-jogadores anunciados estão Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano, Lúcio, Júlio César e Djalminha, além de Cuauhtémoc Blanco, Rafael Márquez e o mexicano Sinha. Halgraves diz que o teste é crucial para a operação durante a Copa.
O sistema cashless usa cartões pré-pagos, oferecidos em parceria com um banco mexicano, com depósito inicial de 300 pesos. O saldo não pode ser sacado, apenas utilizado em futuras visitas ou em parceiros.
Com o early sucesso do cashless, torcedores e vendedores passaram a trabalhar com terminais de pagamento, reduzindo fechamentos de caixa e atrasos nas vendas. O Banorte registra aumento no fluxo de caixa em partidas recentes.
A expectativa é que o teste com o Brasil-México valide a infraestrutura para cinco jogos da Copa do Mundo em breve, incluindo a cerimônia de abertura em 11 de junho no mesmo estádio. A operação segue sob monitoramento técnico.
Entre na conversa da comunidade