Zico, o Samurai de Quintino chega aos cinemas no dia 30, dirigido por João Wainer. O documentário apresenta a trajetória do maior artilheiro da história do Flamengo, com foco tanto na carreira no Brasil quanto na passagem pelo Japão. A produção é descrita como intimista e afetiva, valorizando o legado do atleta.
A obra revisita os 508 gols de Zico pelo Flamengo entre 1971 e 1990, incluindo momentos de grandes atuações e desafios fora dos campos. O filme também aborda a passagem pelo Kashima Antlers, no Japão, e o papel do ex-jogador como embaixador do Flamengo e diretor técnico do clube japonês.
A narrativa combina imagens de arquivo, vídeos caseiros e depoimentos de familiares, além de cenas em que Zico recorda fases marcantes. O documentário destaca lesões antigas, como a grave contusão de 1985, e a derrota nos pênaltis contra a França na Copa do Mundo de 1986, conectando eventos a decisões futuras da carreira.
Estrutura e abordagem
A produção apresenta o contexto da popularização do futebol japonês a partir da influência de Zico, que ajudou a profissionalizar o esporte no país. O filme também reforça a imagem do atleta como referência disciplinada e honrada, consolidando sua identidade no imaginário japonês e brasileiro.
Ao longo do longa, aparecem registros pessoais como a camisa da final mundial de clubes de 1981, além de objetos guardados pela família. A presença de entrevistas com personalidades esportivas e imagens inéditas amplia o retrato do jogador, sem abrir espaço para críticas ou polarização.
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