A lesão grau 4, ruptura completa ou quase completa do músculo, pode manter o atacante Estêvão longe da Copa do Mundo. Exames realizados em Londres indicaram tratar-se de lesão grave na coxa direita, conforme informações do The Athletic.
Segundo o diagnóstico, a ruptura quase total do músculo posterior da coxa direita levou o Chelsea a sugerir cirurgia imediata. O atleta negocia um plano de tratamento no Brasil para manter chances de jogar na Copa.
Especialistas ressaltam que, em futebol, rupturas nessa região prejudicam aceleração, chute e direção. O quadro desencadeia inflamação, com sangramento, inchaço, dor e perda de força muscular.
O que é lesão grau 4
Lesões na região posterior da coxa variam de parciais a rupturas completas. No grau 4, a ruptura é total, com falha significativa da continuidade das fibras, impactando força e mobilidade.
A exemplo de casos graves, há perda de capacidade de gerar força, absorver carga e controlar o movimento. A dor súbita costuma impedir a continuidade do movimento.
Os médicos explicam que a resposta inflamatória é intensificada, com sinais como sangramento, inchaço e dor intensa. A ruptura total caracteriza o grau máximo da lesão muscular.
Tempo de recuperação e desdobramentos
O tratamento varia conforme a localização e o envolvimento de tendões. Recuperação sem cirurgia normalmente envolve reabilitação, proteção e controle da dor, com fisioterapia progressiva.
Caso haja cirurgia, o retorno pode exceder quatro meses. Em lesões graves como essa, o objetivo é recuperar força, potência e velocidade para desempenho de alto nível.
Especialistas destacam que o tempo de recuperação depende da extensão da lesão e da resposta ao tratamento. Ainda não é possível confirmar a ausência definitiva do jogador na Copa, pois o laudo final define o prognosis.
Entre na conversa da comunidade