A Fifa revelou uma mudança estratégica para a Copa do Mundo de 2026, encerrando o modelo de exclusividade total com grandes redes. O torneio já tem acordos fechados em 179 países e territórios, buscando ampliar o alcance com TV aberta, paga e plataformas digitais.
No Brasil, a distribuição de conteúdo ocorre entre canais e plataformas: a CazéTV, parceria entre LiveMode e YouTube, ficará com o pacote completo de 104 jogos. A Globo terá 55 partidas, enquanto SBT e Nsports completam com 32 exibições.
O novo modelo prioriza multiplataforma, com foco em marketing de funil no YouTube. Detentores dos direitos podem exibir os primeiros 10 minutos de cada jogo. O Brasil terá 100% das partidas disponível no YouTube via CazéTV, diferente de outros mercados.
A Fifa também avançou acordos na Europa, com contratos estratégicos na Alemanha, Itália, Espanha e Portugal. O objetivo é ampliar a presença em plataformas digitais e ampliar a audiência global da competição.
CUSTO NO BRASIL
Seis emissoras brasileiras pagaram, cada uma, cerca de US$ 500 mil pelos direitos. Bandeirantes, Jovem Pan, Itatiaia, Energia 97, Gaúcha e TMC investiram nesse montante. A movimentação financeira foi alta e provocou saída de algumas marcas do setor.
TRANSMISSÃO GLOBAL
Principais mercados já fechados, conforme continente:
AMÉRICA DO SUL
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Venezuela.
AMÉRICA CENTRAL
Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Porto Rico.
AMÉRICA DO NORTE
Canadá, EUA, México.
EUROPA
Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, entre outros.
ÁFRICA
Argélia, Angola, Camarões, Gana, África do Sul, Marrocos, Nigéria, entre outros.
OCEANIA
Austrália, Nova Zelândia, Papua NovaGuiné, Fiji, Tonga, entre outros.
A lista completa dos países com contratos já assinados está distribuída entre os continentes, refletindo a estratégia de expansão global da competição.
Entre na conversa da comunidade