A tendência é de continuidade no comando da Seleção Brasileira para o próximo ciclo da Copa. Carlo Ancelotti deve comandar a convocação para o Mundial de 2026 e conduzir a equipe rumo à edição seguinte. A renovação com a CBF é vista como próxima, antes da lista de 26 jogadores para a competição nos Estados Unidos ser anunciada.
Segundo Samir Xaud, presidente da CBF, faltam apenas ajustes burocráticos para a assinatura do novo vínculo. Ele afirmou que o objetivo é que o contrato já esteja assinado na última convocação antes da Copa, com o acordo formalizado após tratativas em andamento.
As negociações, iniciadas no começo deste ano, avançaram consideravelmente. Ancelotti expressou publicamente o desejo de permanecer à frente da seleção, o que alimenta a possibilidade de uma extensão de até quatro anos.
Caso confirmado, o novo contrato manteria bases semelhantes às atuais e contemplaria um dos maiores salários entre técnicos de seleções, estimado em cerca de 10 milhões de euros por ano. Também haveria bonificações vinculadas a resultados, incluindo um prêmio por título em 2026.
A temática principal, agora, envolve a conclusão dos trâmites legais para a renovação antes da convocação prevista para 18 de maio. A definição do vínculo é vista como crucial para a organização da preparação rumo ao Mundial de 2026, no formato de país anfitrião na América do Norte.
Implicações para a preparação da seleção
O acordo ampliaria a estabilidade técnica do grupo, facilitando planejamento de jovens atletas, estratégias de jogos e ajustes táticos. A continuidade de Ancelotti também impactaria a condução de amistosos e o calendário de treinos até a grande competição.
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