Gilberto Silva, pentacampeão pela seleção brasileira em 2002, afirma que o Brasil não é favorito para a Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao UOL, ele aponta França, Portugal e Espanha como equipes com trabalho de longo prazo mais consistente e ressalta que o desempenho depende da entrega dos jogadores.
Para o ex-volante da seleção, a equipe precisa superar desconfiança e manter foco técnico para competir. Ele destaca que o Brasil pode ter chance, desde que o grupo esteja totalmente comprometido e sem recair em pressões externas.
Atenção às lesões que afetam o cenário do Brasil. Rodrygo rompeu ligamentos e está fora. Militão e Estêvão passaram por lesões graves; este último passou por cirurgia e também está fora. Um jovem atacante luta pelo retorno via tratamento conservador no Chelsea.
Lesões e recuperação no radar
Gilberto observa que reconstruir ritmo de jogo é crucial na Copa, cuja duração é curta. Mesmo atletas já recuperados podem precisar de tempo para alcançar o nível dos demais para enfrentar partidas de alta intensidade.
Ele comenta sobre o papel de Ancelotti no comando do Brasil, comparando com Felipão. O ex-jogador acredita que o treinador estrangeiro pode amenizar a pressão dos atletas por meio de experiência e tranquilidade, sem mudanças radicais de filosofia.
Nomes em pauta e continuidade do elenco
A perspectiva sobre Neymar e Endrick aparece nas respostas do jornalista. Neymar pode ter condições de atuar na convocação, mas não deve repetir o desempenho de 2014, 2018 ou 2022. Endrick é visto como promissor e potencial convocado se fizer jus aos compromissos presentes.
Sobre a permanência de Ancelotti, Gilberto destaca o desejo de continuidade no ciclo. Ele cita casos de Felipão e Parreira, ressaltando que manter um treinador facilita a preparação e o planejamento de longo prazo para a seleção.
Ele encerra com uma mensagem aos jogadores: que deem o melhor, com orgulho, torcendo pela conquista. Caso não haja título, que o grupo se orgulhe do que realizou e representado pela camisa amarela.
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