A FIFA convidou a Federação de Futebol da República Islâmica do Irã (FFIRI) para Zurique, antes do dia 20 de maio, com o objetivo de preparar a participação na Copa do Mundo de 2026. A presença do Irã no Mundial na América do Norte, de 11 de junho a 19 de julho, não é 100% garantida, devido ao conflito no Oriente Médio.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, reiterou que o Irã disputará os jogos da fase de grupos em solo americano. Em Vancouver, durante o 76º Congresso, ele afirmou de forma categórica que o Irã estará no torneio e jogará nos Estados Unidos.
Na véspera do Congresso, a delegação iraniana cancelou a participação em Vancouver, citando comportamento considerado ofensivo da polícia de imigração no aeroporto de Toronto. A Fifa negocia com a FFIRI para viabilizar a presença no evento.
O presidente da FFIRI, Mehdi Taj, é citado pela imprensa local como querendo manter um encontro com a Fifa para tratar de várias questões. Taj é ex-membro da Guarda Revolucionária Iraniana, reconhecida por o Canadá classificar o grupo como terrorista.
O cronograma do Irã inclui o primeiro jogo em 16 de junho, em Los Angeles, contra a Nova Zelândia. Em 21 de junho, a Bélgica também em Los Angeles. A última partida da fase de grupos ocorre em 27 de junho, em Seattle, contra o Egito.
A seleção iraniana ficará concentrada na cidade de Tucson, no Arizona, durante a preparação para o torneio. A situação envolve fatores logísticos, diplomáticos e de segurança para a participação na Copa do Mundo de 2026.
Contexto recente e próximos passos
A FIFA aguarda uma resposta da FFIRI até, no máximo, três semanas antes do início do Mundial. A continuidade das negociações é vista como crucial para confirmar a presença do Irã no torneio, com foco na logística e segurança.
Dúvidas e possibilidades
Fontes próximas ao processo afirmam que, mesmo com declarações públicas de Infantino, as autoridades iranianas avaliam cenários diversos. A situação segue em aberto até a definição formal pela FFIRI e pela FIFA.
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