O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou durante o Congresso da entidade que a participação do Irã na Copa do Mundo de 2026 está confirmada. Ele destacou que a seleção iraniana jogará nos Estados Unidos, sem entrar em detalhes sobre outras seleções ou resultados. A fala ocorreu em meio a críticas sobre custos de ingressos e questões extracampo que ganharam projeção antes do torneio.
A menos de um mês do primeiro jogo, México x África do Sul, no Estádio Azteca, em 11 de junho, inquietações envolvendo o Irã se intensificam. A ausência de sede definitiva, questões de segurança de torcedores e tensões políticas aparecem entre os temas que atraem a atenção da imprensa e do público.
Além disso, condições de segurança e a atuação de autoridades de imigração nos arredores dos estádios têm alimentado debates. Restrição de passagem de dirigentes ligados à Guarda Revolucionária, pedidas do Irã por garantias adicionais e a presença de forças policiais em cidades-sede entram na pauta do torneio.
Variações de tema: ingresso, violência e logística
No centro das atenções, os preços de ingressos são alvo de críticas. Infantino disse que a alta demanda explicaria valores elevados, citando o mercado de revenda autorizado pela Fifa. Segundo ele, não é correto assumir que o ingresso final reflita o preço anunciado por intermediários.
O dirigente também comentou a logística de partidas em Guadalajara, onde ocorrerão quatro jogos da fase de grupos. A região tem registrado episódios de violência ligada ao narcotráfico, o que alimenta preocupações de organizadores e torcedores.
No aspecto esportivo, equipes se preparam para a fase final de desgastes. Lesões afetam seleções, com quedas confirmadas de atletas como Rodrygo e Éder Militão no Brasil. A comissão técnica brasileira deve divulgar a lista de 26 nomes em 18 de maio, antes da estreia na Copa.
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