Carlo Ancelotti está próximo de ampliar seu vínculo com a seleção brasileira até 2030, segundo fontes próximas ao treinador. O acordo, ainda a ser assinado, manteria o italiano no comando da equipe nacional por mais anos. O objetivo é manter o ritmo de trabalho e a continuidade do projeto.
O técnico de 66 anos chegou ao Brasil com uma vasta bagagem europeia, incluindo cinco títulos da Liga dos Campeões, e reconhece que o cargo de seleção exige ritmo diferente do de um clube. O atual ciclo envolve planejamento de longo prazo e gestão de elenco.
A ideia é consolidar um ciclo vitorioso, mantendo a visão de jovens talentos que despontam no futebol brasileiro. O grupo atual aposta em uma nova geração de jogadores para sustentar o desempenho nas competições futuras.
Desafios e convocação
Lesões tiram jogadores importantes como Rodrygo, Estêvão e Éder Militão, elevando a pressão antes da divulgação da lista no Rio de Janeiro. Neymar também é tema de debate sobre a participação dele no grupo.
A seleção brasileira está no Grupo C do Mundial, enfrentando Marrocos, Haiti e Escócia. Ancelotti comentou que divulgar a lista envolve decisões difíceis, com impacto emocional ao cortar jogadores que treinaram com a equipe.
O ritmo entre clube e seleção é diferente: no Brasil há mais tempo para refletir antes de cada decisão, o que confirma a percepção de que este pode ser o último trabalho do italiano. A relação com o futebol nacional se aproxima de uma conexão de longo prazo.
O histórico de Ancelotti com o Brasil remonta aos tempos de jogador na Roma, nos anos 80, e à experiência como treinador ao longo de uma carreira global. Ele observa que a Itália ficou fora de uma Copa, o que ele encara com uma perspectiva de apoio ao Brasil neste torneio.
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