Aston Villa encara o Freiburg na final da Europa League, marcada para Istambul, após uma campanha que começou no Championship há sete anos. John McGinn liderará o time como capitão, em um caminho que envolve a volta à maior taça europeia desde 1982. A equipe chega ao jogo com um “spine” formado por jogadores que subiram com o clube e disputaram fases decisivas.
A atuação uniforme do elenco inclui Ezri Konsa, que se manteve como referência defensiva, e a chegada de Emiliano Martínez, Ollie Watkins e Matty Cash nos anos seguintes. O grupo chegou às semifinais da Europa Conference League, às quartas de final da Liga dos Campeões e a uma semifinal de FA Cup, consolidando o status de foco mundial na quarta-feira.
Históricos e motivação
McGinn reforçou a ideia de que o time não é mais um “quase” e que o elenco amadureceu ao longo de anos de jogos decisivos. Martínez, ciente da chance histórica, destacou a importância de vencer para superar a desconfiança inicial. O goleiro e líder espanhol planeja manter a concentração para superar Freiburg, único adversário que impede o título europeu.
Desempenho recente e cenário
A escalação pode receber retorno de Amadou Onana, recuperado de lesão, fortalecendo o meio-campo. Emery, técnico de longa parceria com vitórias europeias, afirma que a final pede planejamento e foco total, sem subestimar o adversário. A expectativa é de disputa equilibrada, com Villa buscando a primeira taça europeia desde 1982.
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