A partida entre Boca Juniors e Cruzeiro terminou empatada em 1 a 1, em La Bombonera, pela fase de grupos da Libertadores. O resultado gerou protestos contra a arbitragem, com críticas ao árbitro Jesús Valenzuela. A terna venezuelana manteve o empate sem alterações.
Torcedores acusam a anulação de um segundo gol do Boca e a não marcação de um pênalti a favor do time da casa. A imprensa argentina descreveu a noite como marcada por decisões contestadas e polêmicas que impactaram o rendimento do Boca no torneio.
Questionamentos também recaem sobre a atuação do VAR, com imagens consideradas pouco claras para sustentar decisões decisivas. A narrativa local aponta falhas na revisão que poderiam ter alterado o desfecho da partida.
Controvérsias e VAR
O lance final do jogo envolve um possível pênalti não marcado para o Boca após toque de mão, segundo reportagens locais. A narrativa destaca resistência do árbitro a revisões de vídeo em momentos-chave.
Outra linha de apuração aponta que a anulação do gol de Merentiel ocorreu por toque de mão de Delgado, com imagens tidas como insuficientes para sustentar a decisão. A cobertura cita a dificuldade de evidência no material do VAR.
A imprensa ressalta que as controvérsias não se resumem a um lance isolado, mas a uma sequência de situações que elevou a tensão entre torcedores e a equipe rubro-negra. O Boca permanece com chances ainda na fase de grupos.
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