Carlo Ancelotti aceitou o desafio de comandar a seleção brasileira e administrar Neymar, sem condicionar o projeto ao jogador. A decisão não depende de contrato para convocação, mas de avaliação técnica. A apresentação ocorreu após a divulgação dos 26 convocados, na sala de conferências do Museu do Amanhã.
O técnico italiano lidera uma carreira com cinco Champions League e passagem por Milan, Real Madrid, Chelsea, PSG, Bayern e Juventus. Entre seus treinadores e protagonistas estão Cristiano Ronaldo, Kaká, Benzema e Vinicius Jr., exemplos de gestão de elencos de alto nível.
Ancelotti não garantiu titularidade nem presença fixa de Neymar. Disse que o Brasil pode competir com os melhores com ou sem Neymar, e que o jogador pode somar ao time mesmo que entre em campo por poucos minutos.
A posição de Ancelotti é de responsabilidade exclusiva da comissão técnica e da CBF, sem promessa de continuidade apenas por Neymar. O técnico enfatizou que o objetivo é o desempenho coletivo, com Neymar contribuindo conforme o papel definido.
A decisão de convocação e o planejamento para a Copa do Mundo ficam sob o comando de Ancelotti, que reforçou o compromisso de montar uma equipe capaz de chegar às fases finais. O contexto envolve decisões técnicas, não apenas a presença do atacante.
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