O acordo envolve a seleção da República Democrática do Congo, que precisa cumprir uma quarentena de 21 dias antes de entrar nos Estados Unidos. A medida é ligada ao surto de Ebola no país, segundo autoridades americanas.
Jogadores congoleses estão concentrados em Liège, na Bélgica, onde treinam para a Copa do Mundo de 2026. A exigência visa manter uma “bolha sanitária” antes do embarque para Houston, cidade-sede do grupo K, com início das partidas em 17 de junho.
A decisão foi comunicada à Fifa, à própria RDC e ao governo do país. A prioridade, segundo o governo norte‑americano, é a segurança do público, das equipes e dos torcedores.
Medidas sanitárias
Andrew Giuliani, diretor-executivo do Grupo de Trabalho da Casa Branca para a Copa, informou à ESPN sobre a instrução de manter a bolha por 21 dias. Caso não haja adesão, o registro de viagem pode ser negado.
Giuliani reforçou, em nota enviada à AFP, que a proteção da população é a prioridade. A OMS aponta 82 casos confirmados e 7 mortes na RDC, com cerca de 750 casos suspeitos.
Contexto da participação
A RDC se classificou para a Copa pela segunda vez após 1974. A equipe tem Houston como base para a primeira partida, contra Portugal, em 17 de junho, pelo Grupo K. O surto complica a logística para o torneio.
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