Os 500 Milhas de Indianápolis chegaram a um ponto decisivo entre as voltas 148 e 151, quando o ciclo de pit stops dos líderes mudou a configuração do pelotão. David Malukas e Scott McLaughlin abriram as paradas, seguidos por Álex Palou e Conor Daly, e, por fim, Scott Dixon. O reordenamento deixou o líder inicial em 16º lugar entre os que buscavam apenas mais uma parada.
Diante dessa troca, o grupo que optou por esticar o combustível assumiu a liderança efetiva, pretendendo chegar ao final sem novas paradas. Felix Rosenqvist passou a comandar o pelotão, com Pato O’Ward e Marcus Armstrong próximos, agora à frente de grandes nomes que já haviam parado.
Estratégias de combustível
A mudança de posição elevou a distância entre grupos com diferentes estratégias, criando incerteza sobre o desfecho da prova. O conjunto que manteve velocidade maior, sem economizar combustível, tem margem para imprimir ritmo intenso.
Enquanto Rosenqvist trabalha com um mapa de consumo mais rigoroso, os perseguidores buscam reduzir a diferença de tempo com ritmo agressivo. Dixon e Palou lideram o segundo pelotão com foco em descontar a desvantagem na parte final da prova.
As equipes acompanham de perto o desempenho dos pneus e a telemetria de consumo a cada volta. Com o pelotão espalhado, a possibilidade de ultrapassagens no tráfego tende a influenciar a definição da liderança nas próximas voltas.
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