O Flamengo apresentou defesa em ação popular que questiona o contrato de patrocínio com o Banco de Brasília (BRB). A Justiça do Distrito Federal havia determinado a suspensão temporária dos pagamentos relativos ao acordo, na semana passada.
Segundo o clube, a liminar já fez o Flamengo deixar de receber parte dos repasses. A ação aponta questionamentos sobre moralidade administrativa, impessoalidade e economicidade do contrato, avaliado em mais de 42 milhões de reais.
A autora da ação afirma que o BRB enfrenta crise financeira e envolve suspeita de irregularidades relacionadas a uma suposta fraude no Banco Master. Alega que os repasses poderiam causar dano ao patrimônio público.
Na defesa, o Flamengo sustenta que não houve demonstração de ato ilegal nem comprovação de dano ao patrimônio. O clube reprova o uso da ação como instrumento de interesse político ou jornalístico.
A saída pretendida pelo Flamengo é a extinção da ação sem análise do mérito, com a revogação da liminar e o reconhecimento da validade da parceria. O impacto financeiro da disputa permanece em análise pelos envolvidos.
Entidades envolvidas dizem manter posição de transparência. A Justiça local continua avaliando os aspectos legais do contrato entre Flamengo e BRB, sem divulgar novas informações sobre prazos ou condições da suspensão.
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