A seleção masculina dos Estados Unidos revelou nesta terça-feira a lista de 26 jogadores que disputará a Copa do Mundo de 2026, em Nova York, com o Brooklyn Bridge ao fundo. A confirmação aconteceu após semanas de divulgação gradual, com o elenco final já amplamente antecipado pela imprensa.
O técnico Mauricio Pochettino comunicou por vídeo os escolhidos aos 55 integrantes do grupo provisório. Já os atletas excluídos receberam a notícia por email, o que gerou amplo debate entre torcedores e ex-jogadores sobre o tratamento adequado em decisões difíceis.
Reação e justificativas
Ainda que o anúncio tenha sido recebido com naturalidade por parte de alguns fãs, outros críticos apontaram que ligações telefônicas ou encontros pessoais seriam mais humanos. Ex-jogadores como Landon Donovan, campeão com a seleção, acharam compreensível o método, porém ressaltaram que cada atleta reage de maneira diferente.
Pochettino defendeu o método, dizendo que manter consistência na comunicação é essencial e que não faria promessas falsas aos afastados. O treinador argumentou que há 55 nomes no grupo provisório e que o Brasil não seria o destino da decisão final, mantendo o processo crítico da escolha.
Contexto e prazo
Donovan sugeriu que alguns dos cortados, como Diego Luna e Tanner Tessmann, poderiam ter sido informados individualmente para evitar mal-entendidos. Ainda assim, o ex-jogador ressaltou que a decisão envolve fatores variados e que mudanças de última hora ainda são possíveis.
A Federação Americana de Futebol fixou 1º de junho como prazo para enviar a convocação final à Fifa, com possibilidade de alterações por lesões até o dia anterior ao primeiro jogo, contra Paraguai, em 12 de junho.
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