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Final da Champions ensina que jogar com 11 nem sempre basta para a Copa

Final da Champions mostra que ter reservas de qualidade é determinante; prorrogação com times mistos antecipa ajuste para a Copa do Mundo

Luis Enrique comemora título do PSG na Champions sobre o Arsenal
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O final da Champions League, disputado em Budapeste, mostrou que ter apenas 11 titulares não basta. Os dois finalistas recorreram a reservas para completar a partida, em meio à pressão elevada de um duelo decisivo.

PSG e Arsenal entraram em campo com desfalques relevantes. O time francês afastou Kvaratskhelia, Marquinhos, Fabián Ruíz, Vitinha e Dembelé; o inglês, Odegaard, Trossard, Saka, Lewis-Skelly, Mosquera e Havertz ficaram fora. O desgaste intenso apareceu no tempo extra.

O ritmo intenso, aliado às regras de substituição — cinco, ou seis na prorrogação —, reconfigurou a dinâmica do jogo. No final, as duas equipes atuaram como se tivessem escalado times mistos, diante da exaustão de jogadores-chave.

Protagonismo das reservas

Antes da disputa por pênaltis, treinadores buscaram orientações com assistentes, já que cobradores importantes haviam deixado o campo. O resultado reforça a ideia de que, no futebol moderno, o banco pode ditar o desfecho de uma decisão.

A temporada europeia, marcada por calor intenso e pela continuidade de clubes após o Mundial de Clubes, sinaliza uma tendência para a próxima Copa do Mundo: gerir bem o elenco pode ser tão decisivo quanto escalar os 11 titulares.

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